"20 Chegada a tarde, pôs-se ele à mesa com os doze discípulos. 21 E, enquanto comiam, declarou Jesus: Em verdade vos digo que um dentre vós me trairá. 22 E eles, muitíssimo contristados, começaram um por um a perguntar-lhe: Porventura, sou eu, Senhor? 23 E ele respondeu: O que mete comigo a mão no prato, esse me trairá. 24 O Filho do Homem vai, como está escrito a seu respeito, mas ai daquele por intermédio de quem o Filho do Homem está sendo traído! Melhor lhe fora não haver nascido! 25 Então, Judas, que o traía, perguntou: Acaso, sou eu, Mestre? Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste" (Mateus 26:20-25).
Depois dos preparativos para celebração da Páscoa designados por Jesus (v. 17-19), Ele foi para o local pré-estabelecido acompanhado de seus doze discípulos, para enfim, poder comemorar com eles (v.20). Reunidos na mesa durante a refeição, Jesus fez uma inesperada revelação: um dentre os doze o trairia (v. 21). Os discípulos afligidos e tristes pelo teor das palavras de Jesus começaram a indagar entre si quem seria o traidor (v. 22). Logo, Jesus declarou quem era dentre eles o traidor. Ele mostrou como descobririam facilmente sem fazer esforço algum: aquele que ao mesmo tempo de Jesus estaria levando a mão ao prato (v. 23). Jesus continuou revelando coisas a seu respeito, fazendo menção as escrituras que falavam de seu destino neste mundo. Além disso, Ele disse que seu traidor não se safaria de seu erro. A revelação é aterradora: era melhor que não tivesse nascido (v. 24). Como Jesus revelou no verso 23, Judas deve ter percebido, talvez, em seu ato involuntário de levar mão ao prato, que sem saber estava desvendando o mistério de quem era o traidor entre os discípulos. Com certeza se sentindo constrangido pela descoberta, Judas indagou a Jesus, perguntando-lhe se ele era o traidor que fora mencionado. Os fatos que aconteceram logo após Jesus falar como seria descoberto o traidor poderia ter deixado Judas perplexo. Talvez querendo uma confirmação, ele ouviu de Jesus não uma confirmação, mas que ele mesmo acabou confirmando por suas próprias palavras (v. 25).
Depois dos preparativos para celebração da Páscoa designados por Jesus (v. 17-19), Ele foi para o local pré-estabelecido acompanhado de seus doze discípulos, para enfim, poder comemorar com eles (v.20). Reunidos na mesa durante a refeição, Jesus fez uma inesperada revelação: um dentre os doze o trairia (v. 21). Os discípulos afligidos e tristes pelo teor das palavras de Jesus começaram a indagar entre si quem seria o traidor (v. 22). Logo, Jesus declarou quem era dentre eles o traidor. Ele mostrou como descobririam facilmente sem fazer esforço algum: aquele que ao mesmo tempo de Jesus estaria levando a mão ao prato (v. 23). Jesus continuou revelando coisas a seu respeito, fazendo menção as escrituras que falavam de seu destino neste mundo. Além disso, Ele disse que seu traidor não se safaria de seu erro. A revelação é aterradora: era melhor que não tivesse nascido (v. 24). Como Jesus revelou no verso 23, Judas deve ter percebido, talvez, em seu ato involuntário de levar mão ao prato, que sem saber estava desvendando o mistério de quem era o traidor entre os discípulos. Com certeza se sentindo constrangido pela descoberta, Judas indagou a Jesus, perguntando-lhe se ele era o traidor que fora mencionado. Os fatos que aconteceram logo após Jesus falar como seria descoberto o traidor poderia ter deixado Judas perplexo. Talvez querendo uma confirmação, ele ouviu de Jesus não uma confirmação, mas que ele mesmo acabou confirmando por suas próprias palavras (v. 25).
